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Televisão na parede exibindo a tela inicial da Netflix, ao lado de uma parede de tijolos
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Melhores streamings no Brasil em 2026: qual assinar de acordo com o seu perfil

Por Redação Arte Com Pipoca4 min de leitura

Assinatura coletiva da equipe do Arte Com Pipoca, usada em notícias, guias e listas de serviço.

Assinar tudo ficou caro. Um levantamento de agosto de 2026 calculou que manter os oito principais serviços do país ao mesmo tempo (Netflix, Prime Video, Disney+, HBO Max, Globoplay, Apple TV, Paramount+ e Crunchyroll) custa entre R$ 208,20 e R$ 355,20 por mês, dependendo dos planos escolhidos. Por isso, a pergunta certa não é qual é o melhor streaming, mas qual é o melhor para o que você gosta de assistir.

Os preços abaixo foram consultados em setembro de 2026 e mudam com frequência: vários serviços fizeram reajustes neste ano. Antes de assinar, confira sempre o valor no site oficial, porque o preço pode variar quando a contratação é feita pelo aplicativo, pela operadora ou por parceiros.

Para quem quer gastar pouco: Prime Video

O Prime Video continua sendo a opção de melhor custo-benefício entre os grandes. A assinatura custa R$ 19,90 por mês e vem junto com os benefícios do Amazon Prime, como o frete grátis nas compras. O plano básico exibe anúncios; quem quiser assistir sem publicidade paga um adicional, e o total vai a R$ 29,90.

Para quem vive de séries e produções originais: Netflix

A Netflix segue como o serviço mais popular e com o catálogo de produções originais mais extenso. Para ter uma ideia da escala, no primeiro semestre de 2026 os assinantes assistiram a mais de 97 bilhões de horas na plataforma, o maior número da história da empresa em um semestre. O plano mais barato, Padrão com anúncios, sai por R$ 20,90 por mês, com até duas telas e parte do catálogo indisponível. Os planos sem anúncios chegam a cerca de R$ 60 no nível mais completo, com 4K e quatro telas.

Quer saber o que está bombando lá? Veja a nossa seleção das melhores séries da Netflix em 2026.

Para quem gosta de HBO, Warner e DC: HBO Max

A HBO Max reúne o catálogo da HBO, da Warner e da DC. Os planos custam R$ 29,90 (Básico, com anúncios), R$ 44,90 (Standard) e R$ 55,90 (Platinum). A contratação anual, mesmo parcelada, sai bem mais barata que 12 mensalidades: o Básico fica em R$ 274,80 por ano, contra R$ 358,80 pagando mês a mês.

Para famílias e fãs de Marvel, Star Wars e Pixar: Disney+

O Disney+ tem a maior concentração de franquias do mercado: Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic, além de esportes da ESPN em alguns planos. Em compensação, depois dos reajustes de meados de 2026, virou o mais caro entre as principais plataformas do país. Se o interesse for pontual, como uma série nova da Marvel, vale assinar por um mês e cancelar depois.

Para quem quer conteúdo brasileiro: Globoplay

O Globoplay é o destino natural para novelas, realities, jornalismo e produções nacionais. O plano Básico custa R$ 22,90 por mês e o Padrão, R$ 32,90. Canais ao vivo, GloboNews e futebol só entram nos combos, que podem chegar a R$ 64,90 mensais.

Para cinéfilos e nichos

  • Mubi (R$ 34,90): curadoria de cinema de autor, clássicos e filmes de festival.
  • Looke (a partir de R$ 16,90): o streaming mais barato do país, com foco em filmes.
  • Apple TV e Paramount+: catálogos menores, mas com originais de peso; bons para assinar quando sai algo específico.

Combos e operadoras

Se você já paga internet ou TV, vale olhar os pacotes. A Claro tv+, por exemplo, reúne canais e streamings como Netflix, Globoplay e versões com anúncios de Prime Video, Disney+ e HBO Max em planos de R$ 99,90 a R$ 138,90. Para quem usa produtos da Apple, o Apple One individual, de R$ 42,90, junta Apple TV, Apple Music, Apple Arcade e armazenamento no iCloud.

Atenção ao compartilhamento de senha

A regra agora é praticamente a mesma em todos os grandes serviços: a conta vale para o titular e para quem mora no mesmo endereço. As plataformas identificam o uso fora de casa pela rede de internet, pelos aparelhos e pelos padrões de uso. Assistir no celular durante uma viagem não é problema; o que as plataformas restringem é o acesso frequente a partir de outra residência.

A estratégia mais econômica

Em vez de manter várias assinaturas o ano inteiro, faça rodízio: assine um serviço por um ou dois meses, maratone o que interessa e troque pelo próximo. Com isso, dá para acompanhar os principais lançamentos gastando o preço de uma ou duas assinaturas por mês.

Fontes

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