Arte Com Pipoca
Televisão com o logotipo da Netflix numa sala de estar com sofá e estante de livros
Foto: Pexels

Melhores séries da Netflix em 2026 (até agora)

Por Redação Arte Com Pipoca4 min de leitura

A Netflix teve o maior semestre da sua história: de janeiro a junho de 2026, os assinantes assistiram a mais de 97 bilhões de horas na plataforma. Reunimos as séries que marcaram o ano até agora, combinando os números oficiais de audiência divulgados pela própria Netflix com as produções mais elogiadas pela crítica. Os números entre parênteses são as visualizações no primeiro semestre, segundo o relatório oficial da empresa.

Dele & Dela

A série mais vista do semestre (104 milhões de visualizações) é uma minissérie de seis episódios baseada no romance de Alice Feeney. Tessa Thompson vive Anna Andrews, uma jornalista que volta à cidadezinha onde cresceu, na Geórgia, para cobrir um assassinato. O caso está nas mãos do detetive Jack Harper (Jon Bernthal), seu ex-marido, e logo os dois passam a desconfiar um do outro. A série conta a história pelos dois pontos de vista e é criação de William Oldroyd, diretor de “Lady Macbeth”.

Eu Vou Te Encontrar

Adaptação do livro de Harlan Coben, em oito episódios (64 milhões). Sam Worthington interpreta David Burroughs, condenado à prisão perpétua pelo assassinato do próprio filho. Anos depois, a ex-cunhada, vivida por Britt Lower, de “Ruptura”, aparece com a foto de um menino que pode ser a criança, e David decide fugir da prisão para descobrir a verdade. Harlan Coben emplacou ainda outro sucesso no semestre, “Custe o que Custar” (50 milhões).

Bridgerton – 4ª temporada

A nova temporada (100 milhões) coloca Benedict Bridgerton no centro da história, numa releitura do conto da Cinderela inspirada no livro “Um Perfeito Cavalheiro”, de Julia Quinn, com Luke Thompson e Yerin Ha como o casal principal. O retorno quase triplicou a audiência das temporadas anteriores, e a franquia somou 180 milhões de visualizações no semestre.

Treta – 2ª temporada

Depois de uma primeira temporada que varreu as premiações, a antologia criada por Lee Sung Jin voltou com um elenco novo e estrelado: Oscar Isaac, Carey Mulligan, Cailee Spaeny e Charles Melton. A segunda temporada aparece entre as melhores séries do ano em listas da crítica brasileira, como a do CinePOP.

Aprendendo a Lição

O maior sucesso sul-coreano do semestre (48 milhões) entrou no Top 10 global menos de um mês depois da estreia. A Coreia do Sul, aliás, segue como a principal fonte de sucessos da Netflix fora do inglês: “O Amor Pode Ser Traduzido?”, “A Arte de Sarah” e a segunda temporada de “Cães de Caça” também passaram dos 20 milhões de visualizações.

Nêmesis

A primeira temporada somou 33 milhões de visualizações e garantiu a renovação da série para mais um ano, um dos sinais mais claros de sucesso na plataforma.

Cem Anos de Solidão – Parte 2

A adaptação colombiana do clássico de Gabriel García Márquez voltou para continuar a saga da família Buendía em Macondo, entre amores, segredos de família e o peso do passado. A série tem nota 8,3 no IMDb, uma das mais altas entre as produções da Netflix em língua não inglesa.

Berlim e a Dama com Arminho

Dos criadores de “La Casa de Papel”, o novo capítulo das aventuras de Berlim (28 milhões) liderou a boa safra espanhola do semestre, ao lado de “Corta-fogo” e “A Desconhecida”.

Nando entre Dois Mundos

O spin-off da série brasileira “Sintonia” acompanha Nando, personagem de Christian Malheiros. Cinco anos depois de deixar a família para trás ao chegar ao topo do crime organizado, ele vive escondido na Sérvia, até que o desaparecimento da filha adolescente o obriga a voltar ao Brasil e escolher entre a segurança da família e o lugar que conquistou no crime. Outra produção nacional, “Emergência Radioativa”, também brilhou no semestre, com 22 milhões de visualizações.

Outer Banks – 5ª temporada

Seis anos depois da estreia, a série chegou ao fim com sua quinta e última temporada.

Na dúvida sobre qual serviço assinar para ver tudo isso e muito mais, confira o nosso guia dos melhores streamings no Brasil em 2026.

Fontes

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